MATA ATLÂNTICA EM IPOJUCA
A vegetação original do Ipojuca consiste de remanescentes de Mata Atlântica, que correspondem às florestas subperenifólia (porções central e oeste) e perenifólia de várzea (ou mata ciliar) e de restinga; de campos de várzea; e dos cerrados e manguezais, na faixa litorânea.
| Jefferson Rodrigues |
A degradação desse ecossistema remonta ao período
colonial, através da expansão da exploração da cana-de-açúcar, encontra-se hoje
restrita a apenas o equivalente a 2.400 ha. As áreas de manguezais, que têm
sofrido com aterro até os dias atuais, num processo acelerado, como resultado
da especulação imobiliária e do processo de favelização, representam 5.386 ha
do Município, segundo o memorial descritivo do estudo cartográfico recentemente
realizado pela Prefeitura.
Ipojuca é rico em ecossistemas naturais, apresentando uma
grande diversidade deles. No entanto, estes ecossistemas, como a Mata Atlântica
encontram-se em acelerado processo de degradação fatores que contribuem para
que seus ecossistemas sejam considerados frágeis. A degradação da mata
atlântica, remonta ao período colonial, com sua devastação para expansão da
cana-de-açúcar.
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| Pixabay |
Grande parte desta devastação ipojucana se deve à
ausência de um processo macro de gestão ambiental, o qual esteja fundamentado
nos princípios da sustentabilidade. Sendo assim, é importante que se estabeleça
uma lógica, com bases ambientalmente corretas, em que sejam normatizadas as
atividades humanas e a apropriação dos recursos e ecossistemas naturais.
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| Jefferson Rodrigues |
A preservação destes ecossistemas passa, necessariamente,
por um processo de gestão ambiental, o qual se entende como ausente, ainda
hoje, no Município do Ipojuca. Sendo assim, estabelecer uma lógica gerencial e
administrativa com bases ambientalmente corretas, em que sejam normatizadas
atividades humanas e a apropriação destes recursos, é de suma importância para
a melhoria das condições de vida da população.





























